O transitório não pode dominar o que é eterno

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O transitório não pode dominar o que é eterno

A Bíblia nos conta um episódio (em Marcos 2:1-12) em que Jesus estava em sua casa, na cidade de Cafarnaum, e quando as pessoas souberam disso, começaram a ir para lá em grande número e Ele os ensinava. Nesse meio tempo, um homem paralítico foi conduzido por seus amigos até o local, mas não tinha como entrar pela porta, devido a multidão. Então, aqueles homens resolveram descobrir uma parte do telhado e descer o paralítico até onde Jesus estava.

A Palavra então, diz assim: “Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Filho, os teus pecados estão perdoados”. Mas como assim? O que esse paralítico quer é ser curado da sua deficiência física e Jesus diz que ele estava perdoado… porquê?

Jesus é alguém que está muito mais preocupado com as coisas eternas do que com as coisas passageiras. Nós também deveríamos ser assim. Ele estava vendo a deficiência física daquele homem e como ele e seus amigos se esforçaram para estarem naquele local. Mas, Jesus enxergava muito mais a sua situação espiritual e como ele precisava do perdão dos seus pecados.

A vida que mais importa é a que teremos depois dessa, é a salvação da alma. Aquele paralítico, mesmo sem sua cura ele poderia entrar no céu, mas sem arrependimento e perdão, jamais. Era isso que o Mestre queria nos ensinar, o valor do porvir. Mas, como o Senhor é sempre perfeito em tudo o que faz, Ele disse àquele paralítico: “Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa”. E assim aconteceu.

A maior parte da humanidade vive numa busca desenfreada pelas coisas desta terra, pelos prazeres e satisfações desse mundo. Estão sempre na ânsia pelo ter cada vez mais e brigam, lutam, competem sempre por uma melhor posição, por mais conforto, por mais dinheiro, por títulos acadêmicos, por fama e reconhecimento. Na verdade, a própria Palavra nos diz que essas coisas já são a recompensa deles. Pois, como os tais não tem esperança de uma vida futura, eles  fazem o possível para se deleitarem aqui mesmo.

Com os salvos é diferente. Pensamos e vivemos muito mais por nossa pátria celestial do que por essa Terra efêmera. E é necessário que seja assim, pois doutra forma, seríamos iguais aos demais. Não quero com isso dizer que não é para buscarmos uma melhoria de vida nesse mundo. Podemos sim buscar um conforto maior, um emprego melhor, uma melhor condição socioeconômica, mas nosso coração e nosso objetivo de vida primordial não devem ser essas coisas. Nunca também, devemos nos esquecer que tudo que temos vem do Senhor, que nada adquirimos simplesmente por esforço próprio, mas nosso Deus é que nos concede.

Sendo assim, precisamos despertar e perceber: onde e como temos gastado a nossa vida?

É em busca da vida eterna ou desse mundo passageiro?

Não há como ter os dois.

 

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