A sutileza do mal 

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A sutileza do mal

O mal no filme de terror é sempre feio, deformado, macabro e assustador. E é meio óbvio que, se o filme é de terror, então a intensão é de causar espanto em seus telespectadores. Na vida real já é diferente, o mal nem sempre se apresenta como uma coisa que nos cause medo, e nesse caso, o mal é algo atrativo, dissimulado, sutil e com boa aparência.

A Palavra diz assim: “Pense bem no que você vai fazer, e todos os seus planos darão certo. Evite o mal e caminhe sempre em frente; não se desvie nem um só passo do caminho certo” (Provérbios 4: 26, 27 NTLH). Aqui, estamos sendo orientados a evitar o mal e andar no caminho certo, mas se a gente não perceber qual é esse mal, fica mais difícil de o evitarmos.

E que mal é esse? É o mal da distração! Esse mal é como uma pequena pedra: não nos desviamos dela por causa do seu tamanho, mas tropeçamos e podemos cair. Distração é qualquer coisa que tira o foco da vontade de Deus para as nossas vidas, é também aquilo que atrapalha nossos objetivos.

É interessante o fato de que, no passado, desde o início da era Cristã, a Igreja sempre foi muito perseguida – essa era a estratégia do inimigo para impedir o crescimento do Evangelho. Aqueles que entregavam suas vidas a Jesus eram insultados, persuadidos a deixarem a fé, ameaçados e inúmeros foram mortos – são os nossos mártires. Mas havia um fato maravilhoso: quanto mais se matava os servos de Deus, mais pessoas se entregavam ao Senhor; quando, por exemplo, um cristão era devorado pelos animais famintos no Coliseu romano, mais pessoas se rendiam ao Evangelho. E ninguém entendia essa matemática, pois as pessoas deveriam ficar mais temerosas, mas elas ficavam mais firmes na presença de Deus. Percebemos com isso, que o inimigo mudou de estratégia, não é mais a perseguição (pelo menos em nosso país), agora é a distração.

Dizemos o tempo todo: “Não tenho tempo”. Essa é uma das frases mais pronunciadas no mundo inteiro. Mas, em contrapartida, perdemos muito tempo em coisas que não vão nos levar a lugar algum, em coisas que não vão nos trazer nenhum tipo de benefício. O dia tem vinte e quatro horas para todo mundo, mas a maioria não o gasta de forma adequada e proveitosa.

Filmes, jogos, redes sociais, programas de TV, celular, YouTube, futebol, internet, eventos, viagens… Nada disso é pecado em si, mas uma coisa é certa: tudo isso nos distrai demais e ocupa grande parte do nosso tempo. Até queremos fazer a vontade de Deus, mas as distrações nos tira o foco, sem a gente perceber. Outra coisa: estamos na era do entretenimento, mas ao mesmo tempo, na era de pessoas vazias, tristes, depressivas, sem sentido para viver. O que entendemos com isso é que nada dessas coisas preenche as lacunas da nossa alma e nos traz a verdadeira alegria de viver, a não ser uma relação com o Senhor.

Pois é, paramos de nos interessar por aquilo que traz sentido à nossa existência, devido à tantas distrações. Não podemos fazer parte dessa geração distraída, uma geração que está indo na direção contrária à de Deus. Somos sim a Geração Eleita, por isso, segundo o texto supracitado, temos que evitar o mal e não nos desviar nenhum só passo do caminho certo. O Apóstolo Paulo disse: “Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3: 14).

Não podemos perder o foco no Senhor!

 

 

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